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EUA batem recorde de vistos emitidos para brasileiros em março

12/05/2022


De novembro até março, os Estados Unidos já concederam mais de 246 mil vistos para brasileiros (Foto: AdobeStock)


É recorde! Após dois anos de pandemia e de representações diplomáticas dos EUA fechadas ao público, o ritmo de emissão de vistos americanos no Brasil tem crescido de maneira acelerada desde o seu retorno, em novembro do ano passado. Apenas em março, o governo norte-americano concedeu 71.156 vistos de negócio e turismo para brasileiros, a maior quantidade de emissões de B1/B2 já registrada em um mês.


O recorde anterior havia sido registrado em março de 2018, com pouco mais de 59 mil vistos do tipo sendo liberados para brasileiros. O avanço de março representa ainda um crescimento de 10% em relação a fevereiro e é praticamente o mesmo volume de todo o ano de 2021 (71.661).


Ainda de acordo com os dados, os vistos de negócios e turismo - que geralmente são concedidos juntos - representaram 94% do total de emissões em março. De novembro até março, os Estados Unidos já concederam mais de 245 mil vistos para brsileiros. Em novembro, foram 24 mil autorizações de entrada. Em dezembro, foram 43 mil. Em janeiro, 46 mil, 63 mil em fevereiro e, agora em março, passou dos 70 mil, acumulando seis altas consecutivas.


Os números são de um levantamento realizado pelo escritório de advocacia AG Immigration junto ao Departamento de Estado americano. "São muitos pedidos acumulados em razão da pandemia e, pelo que podemos perceber, os oficiais consulares têm feito um esforço bastante grande para dar conta da demanda", comenta o advogado de imigração e sócio-fundador da AG Immigration, Felipe Alexandre.


Quase um ano de espera para tirar o visto

E a demanda realmente está alta. Hoje, segundo o Departamento de Estado Americano, o tempo de espera para se conseguir uma entrevista no consulado de São Paulo é de 354 dias - praticamente, um ano inteiro. A fila de espera por uma entrevista também tem sido impactada pelos pedidos de renovação. Em 2010, o visto americano passou a ter validade de dez anos, o que fez com que muitos documentos emitidos naquela época começassem a expirar justamente na pandemia.





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